sábado, 26 de novembro de 2022

Sétimo Dia da Fase de Grupos da Copa do Mundo de 2022 - Grupos C e D

Boa noite a todos e a todas.

Já chegamos ao sétimo dia de Copa do Mundo e a fase de grupos continua a todo vapor. Hoje teremos as fichas técnicas e as análises dos jogos dos grupos C e D. 

Vamos a elas.

Tunísia 0x1 Austrália

Local: Estádio Al Janoub, em Al Wakrah
Árbitro: Daniel Siebert (Alemanha)
Gols: Mitchell Duke (Austrália)
Cartões amarelos: 
Aissa Laïdouni, Ali Abdi, Ferjani Sassi (Tunísia)
Cartões vermelhos: 
nenhum

Tunísia: Aymen Dahmen; Dylan Bronn (Wajdi Kechrida), Yassine Meriah e Montassar Talbi; Mohamed Drager (Ferjani Sassi), Ellys Skhiri, Aissa Laïdouni (Wahbi Krazri) e Ali Abdi; Naïm Sliti, Youssef Msakni; Issam Jebali (Tata Yassine Khenissi). Técnico: Jalel Kadri

Austrália: Mathew Ryan; Fran Karacic (Milos Degenek), Harry Souttar, Kye Rowles, Aziz Behich; Jackson Irvine, Aaron Mooy, Riley McGree (Ajdin Hrustic); Mathew Leckie (Keanu Baccus), Mitchell Duke (Jamie MacLaren) e Craig Goodwin (Awer Mabil). Técnico: Graham Arnold


OPINIÃO: Um jogo onde se sobressaiu o poder de marcação e a força australiana nos contra-ataques e principalmente em bolas alçadas na área. Em uma delas, saiu o gol de Duke. Os tunisianos até criaram boas jogadas, mas foram inoperantes no ataque. Resultado justo pela força de vontade australiana. 

Nota do Jogo: 8


Polônia 2×0 Arábia Saudita

Local: Estádio Education City, em Al Rayyan
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Brasil)
Gols: Piotr Zielinski, Robert Lewandowski (Polônia)
Cartões amarelos: 
Jakub Kiwior, Matty Cash, Arkadisuz Milik (Polônia), Abdulelah Al Malki, Abdulelah Al-Amri (Arábia Saudita)
Cartões vermelhos:
 nenhum

Polônia: Wojciech Szczesny; Bartosz Bereszynski, Kamil Glik e Jakub Kiwior; Matty Cash, Krystian Bielik, Grzegorz Krychowiak e Przemyslaw Frankowski; Piotr Zielinski (Jakub Kaminski); Arkadiusz Milik (Krysztof Piatek) e Robert Lewandowski. Técnico: Czeslaw Michniewicz

Arábia Saudita: Mohammed Al-Owais, Saud Abdulhamid, Abdulelah Al-Amri, Ali Al-Boleahi e Mohammed Al-Burayk (Sultan Al-Ghannam); Abdulelah Al Malki (Abdulrahman Alobud); Firas Al-Buraikan, Sami Al-Najei (Nawaf Al-Abed), Mohamed Kano e Salem Al-Dawsari; Saleh Al-Shehri (Nasser Al-Dawsari). Técnico: Hervé Renard


OPINIÃO: Uma grande partida onde teve de tudo. Chances dos dois lados, muita ofensividade e uma grande atuação de Szczesny e de Lewandowski. O goleiro porque fez grandes defesas e até pênalti pegou em um momento crucial da partida e o melhor do mundo porque desencantou em um momento que o time mais precisava dele. Deu o passe para o gol de Zielinski e fez o seu primeiro gol em Copas do Mundo com o oportunismo em aproveitar a autêntica pixotada do zagueiro e a categoria de sempre em tocar por baixo do goleiro. Com isso, a Polônia assumiu a liderança do grupo e só depende dela pra se classificar, assim como os sauditas que voltaram a jogar bem pecando muito nas conclusões.

Nota do Jogo: 9 


França 2×1 Dinamarca

Local: Estádio 974, em Ras Abu Aboud
Árbitro: Szymon Marciniak (Polônia)
Gols: Kylian Mbappé duas vezes (França), Andreas Christensen (Dinamarca)
Cartões amarelos: 
Jules Koundé (França), Andreas Christensen, Andreas Cornelius (Dinamarca)
Cartões vermelhos:

França: Hugo Lloris; Jules Koundé, Raphaël Varane (Ibrahima Konaté), Dayot Upamecano e Theo Hernández; Aurélien Tchouaméni e Adrien Rabiot; Ousmane Dembélé (Kingsley Coman), Antoine Griezmann (Youssouf Fofana) e Kylian Mbappé; Olivier Giroud (Marcus Thuram). Técnico: Didier Deschamps

Dinamarca: Kasper Schmeichel; Joachim Andersen, Andreas Christensen e Victor Nelsson; Rasmus Kristensen (Alexander Bah), Pierre-Emile Hojbjerg, Christian Eriksen e Joakim Maele; Jasper Lindstrom (Christian Norgaard) e Mikkel Damsgaard (Kasper Dolberg); Andreas Cornelius (Martin Braithwaite). Técnico: Kasper Hjumand


OPINIÃO: Aqui tivemos o primeiro classificado com muita justiça as oitavas-de-final. Os franceses sempre tiveram as rédeas do jogo, embora tenham passado por alguns sustos pregados pelos dinamarqueses como o gol de cabeça de Christensen. No entanto, tinham um Mbappé em estado de graça marcando dois gols decisivos para a classificação dos franceses a próxima fase. Quanto aos dinamarqueses, terão que jogar bem mais do que fizeram até agora se quiserem também avançar as oitavas-de-final. Um duro desafio os aguarda contra os australianos.

Nota do Jogo: 9


Argentina 2×0 México

Local: Estádio Lusail, em Lusail
Árbitro: Daniele Orsato (Itália)
Gols: Lionel Messi, Enzo Fernández (Argentina)
Cartões amarelos: Gonzalo Montiel (Argentina),Néstor Araujo, Erick Gutiérrez, Héctor Herrera, Roberto Alvarado (México)
Cartões vermelhos: 
nenhum

Argentina: Emiliano Martínez; Gonzalo Montiel (Nahuel Molina), Nicolás Otamendi, Lisandro Martínez e Marcos Acuña; Angel Di Maria (Cristian Romero), Guido Rodríguez (Enzo Fernández), Rodrigo de Paul e Alexis Mac Allister (Exequiel Palacios); Lionel Messi e Lautaro Martínez (Julian Álvarez). Técnico: Lionel Scaloni

México: Guillermo Ochoa; César Montes, Néstor Araujo, Héctor Moreno; Kevin Álvarez (Raúl Jiménez), Héctor Herrera, Andrés Guardado (Érick Gutiérrez), Luis Chavez e Jesus Gallardo; Hirving Lozano (Roberto Alvarado) e Alexis Vega (Uriel Antuna). Técnico: Gerardo Martino


OPINIÃO: Uma partida dramática para os argentinos que até metade do segundo tempo estavam a beira do precipício contra um México que pouco atacava e só se defendia. Mas é nesses momentos cruciais que o gênio surge pra salvar o dia e foi exatamente isso que Messi fez. Primeiro, acertou um petardo de fora da área no canto e depois deu um belo passe para o golaço de Enzo Fernandez que garantiu um respiro na tabela aos argentinos e um grave perigo para os mexicanos de não se classificar a próxima fase. Afinal, do jeito que jogaram hoje vai ser complicado passarem pelos sauditas e sua boa qualidade técnica. Resultado justo.

Nota do Jogo: 9


Por enquanto é isso, leitores e leitoras fieis.

Até amanhã.            

Sexto Dia da Fase de Grupos da Copa do Mundo de 2022 - Grupos A e B

Boa madrugada a todos e a todas.

Vamos agora falar do início da segunda rodada dos grupos A e B com as fichas técnicas e análises dos quatro jogos realizados hoje.

Gales 0x2 Irã

Local: Estádio Ahmed bin Ali, em Al Rayyan
Árbitro:  Mario Escobar (Honduras)
Gols: Roozbeh Cheshmi, Ramin Rezaeian (Irã)
Cartões amarelos: 
Joe Rodon (Gales), Ramin Rezaeian, Alireza Jahabankhsh (Irã)
Cartão vermelho: Wayne Hennessey (Gales)

Gales: Wayne Hennessey; Chris Mepham, Joe Rodon e Ben Davies; Connor Roberts (Brennan Johnson), Aaron Ramsey (Danny Ward), Ethan Ampadu (Joe Allen), Harry Wilson (Daniel James) e Neco Williams; Gareth Bale e Kieffer Moore. Técnico: Robert Page

Irã: Seyed Hosseini; Ramin Razaeian, Majid Hosseini, Morteza Pouraliganji e Milad Mohammadi; Saeid Ezatolahi (Ali Karimi), Ali Ghozadeh (Alireza Jahabankhsh), Ahmad Nourollahi (Roozbeh Cheshmi), Ehsan Hajsafi (Mehdi Torabi) e Mehdi Taremi; e Sardar Azmoun (Karim Ansarifard). Técnico: Carlos Queiroz


OPINIÃO: Um jogo de início morno, um meio aquecido e um final explosivo. Os iranianos mostraram sua força durante todo o tempo e fizeram Hennessey virar herói com algumas defesas difíceis além de duas bolas na trave no mesmo lance. Depois, o goleiro galês virou vilão ao acertar Taremi com um imprudente voadora de caratê e ser expulso com o auxílio do VAR. O Irã aproveitou-se disso e conseguiu seus dois gols nos minutos finais com o primeiro deles marcado de fora da área por Cheshmi e o segundo num contra-ataque mortal feito por Rezaieh. Com isso, os iranianos estão a um passo das oitavas-de-final e os galeses precisando de um milagre contra a Inglaterra.

Nota do Jogo: 8


Catar 1×3 Senegal

Local: Estádio Al-Thumana, em Al-Thumana
Árbitro: 
Antonio Mateu (Espanha)
Gols: 
Mohammed Muntari (Catar), Boulaye Dia, Femara Diédhiou, Ahmadou Bamba Dieng (Senegal)
Cartões amarelos: 
Ismael Mohammed, Homam Ahmed, Assim Madibo (Catar), Boulaye Dia, Ismail Jakobs, Ismaila Ciss (Senegal)
Cartões vermelhos: 
nenhum

Catar: Meshaal Bersham; Ismael Mohammed, Pedro Miguel (Mohammed Al Bayati), Boualem Khoukhi, Abdelkarim Hassan e Homam Ahmed (Tarek Salman); Karim Boudiaf (Abdelaziz Hatem), Assim Madibo e Hassan Al Haydos (Mohammed Muntari); Akram Afif e Almoez Ali. Técnico: Félix Sánchez

Senegal: Edouard Mendy; Youssouf Sabaly, Kalidou Koulibaly, Abdou Diallo e Ismail Jakobs; Ismaïla Sarr (Ahmadou Bamba Dieng), Nampalys Mendy, Idrissa Gueye e Krépin Diatta (Ismaila Ciss); Boulaye Dia e Famara Diédhiou (Iliman Ndiaye). Técnico: Aliou Cissé


OPINIÃO: Trocou-se alguns jogadores no lado catariano, mas a ruindade continuou a mesma. Os senegaleses tiveram algumas dificuldades no início, mas com o presente de Khouki, abriram o marcador com Dia. Na etapa final, Diedhiou marcou de cabeça e deu um alívio ainda maior para Senegal apesar de Muntari marcar o primeiro gol do Catar na história dos Mundiais logo a seguir. Empolgaram-se demais e acabaram tomando o terceiro em um belo gol de Bamba Dieng que selou a vitória dos senegaleses. Agora só dependem de si mesmos pra se classificar. Já o Catar se despediu da Copa de forma até deprimente e se quiser melhorar para os próximos mundiais, terá que mudar toda sua mentalidade. 

Nota do Jogo: 8


Holanda 1×1 Equador

Local: Estádio Khalifa International, em Doha
Árbitro: Mustapha Ghorbal (Argélia)
Gols: Cody Gakpo (Holanda), Enner Valencia (Equador)
Cartões amarelos: 
Jhegson Méndez (Equador)
Cartão vermelho: 
Nenhum

Holanda: Andries Noppert; Jurriën Timber, Virgil van Dijk e Nathan Aké; Denzel Dumfries, Teun Koopmeiners (Marten de Roon), Frenkie De Jong e Daley Blind; Davy Klaasen (Steven Berghuis); Cody Gakpo (Wout Weghorst) e Steven Bergwijn (Memphis Depay). Técnico: Louis van Gaal

Equador: Hernán Galindez; Jackson Porozo, Félix Torres e Piero Hincapié; Angelo Preciado, Jhegson Méndez, Moisés Caicedo e Pervis Estupinán; Gonzalo Plata (Romario Ibarra) e Enner Valencia (Kevin Rodríguez); Michael Estrada (Jeremy Sarmiento). Técnico: Gustavo Alfaro


OPINIÃO: Um jogo onde a Holanda dava a impressão de que poderia vencer. Conseguiu um gol cedo com um belo chute de Gakpo, mas cometeu um erro que todos os times cometem quando estão na frente: o de sentar na vantagem. Os equatorianos cresceram, equilibraram a contenda e conseguiram o empate merecido graças ao oportunismo de Enner Valencia. Tiveram a chance da virada pouco depois com Plata acertando o travessão. No fim, foi um castigo justo para a Holanda por ter praticamente abdicado de atacar. Os equatorianos seguem vivos no páreo e terão um duelo decisivo contra Senegal por uma das vagas. A questão é: Enner Valencia voltará a tempo depois de sair lesionado?

Nota do Jogo: 8


Inglaterra 0x0 Estados Unidos

Local: Estádio Al Bayt, em Al Khor
Árbitro: 
Jesus Valenzuela (Venezuela)
Cartões amarelos: 
nenhum
Cartões vermelhos: 
nenhum

Inglaterra: Jordan Pickford; Kieran Trippier, John Stones, Harry Maguire e Luke Shaw; Declan Rice e Jude Bellingham (Jordan Henderson); Bukayo Saka (Marcus Rashford), Mason Mount e Raheem Sterling (Jack Grealish); Harry Kane. Técnico: Gareth Southgate

Estados Unidos: Matt Turner; Sergiño Dest (Shaq Moore), Walker Zimmerman, Tim Ream e Antonee Robinson; Weston McKennie (Brenden Aaronson), Tyler Adams, Yunus Musah e Christian Pulisic; Timothy Weah (Giovanni Reyna) e Haji Wright (Josh Sargent). Técnico: Gregg Berhalter


OPINIÃO: Que joguinho ruim esse entre ingleses e americanos, hein? Chances escassas, os goleiros praticamente fazendo intervenções e com muita marcação no meio-de-campo. Até o juiz ganhou uma folga nos cartões apesar das faltas. Em alguns momentos, chegou a ser bem sonolento. Um empate que não foi tão bom assim pros dois times, especialmente os Estados Unidos que terá que vencer o Irã de qualquer jeito na última rodada. A Inglaterra terá um adversário a princípio acessível, mas tem a velha e boa rivalidade de vizinhos e Gales sem dúvida dificultará ao máximo os objetivos do "parceiro de reino". Resultado justo.

Nota do Jogo: 3


Por enquanto é isso, leitores e leitoras fieis.

Até a próxima.  

 

   

sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Quinto Dia da Fase de Grupos da Copa do Mundo de 2022 - Grupos G e H

Boa tarde a todos e a todas.

Seguindo nossa coluna sobre as fichas técnicas e a análise dos jogos da Copa, falaremos hoje sobre os grupos G e H que completaram a primeira rodada ontem.

Vamos a elas agora.

Suíça 1×0 Camarões

Local: Estádio Al Janoub, em Al Wakrah
Árbitro: Facundo Tello (Argentina)
Gols: Breel Embolo (Suíça)
Cartões amarelos: 
Nico Elvedi, Manuel Akanji (Suí;a), Collins Fai (Camarões)

Suíça: Yann Sommer; Silvan Widmer, Manuel Akanji, Nico Elvedi, Ricardo Rodríguez (Eray Comert); Remo Freuler e Granit Xhaka; Xherdan Shaqiri (Noah Okafor), Dijibril Sow (Fabian Frei) e Ruben Vargas (Fabian Rieder); Breel Embolo. Técnico: Murat Yakin

Camarões: André Onana; Collins Fai, Jena-Charles Catelletto, Nicolas Nkoulou e Nouhou Tolo; Samuel Oum Gouet, Frank Anguissa e Martin Hogla (Gael Ondoua); Bryan Mbeumo (Nicolas Moumie Ngamaleu), Eric Maxim Choupo-Moting (Vincent Aboubakar) e Karl Etoko Ekambi (Georges-Kevin Nkoudou). Técnico: Rigobert Song 


OPINIÃO: Foi um jogo onde a disputa de meio-campo acabou sendo decisiva a favor dos suíços que tomaram a iniciativa dos ataques. Os camaroneses até fizeram boas jogadas, mas mostraram inoperância nas conclusões. Embolo fez o gol da vitória finalizando na pequena área depois de um cruzamento garantindo uma vitória crucial para os suíços nesta fase. Quanto a Camarões, terá muito trabalho para se recuperar.

Nota do Jogo: 7


Uruguai 0x0 Coreia do Sul

Local: Estádio Education City, em Al Rayyan
Árbitro: Clement Turpin (França)
Cartões amarelos: Martín Cáceres (Coreia do Sul), Paulo Bento (técnico), Gue-sung Cho (Coreia do Sul)

Uruguai: Sergio Rochet; Martín Cáceres, Diego Godín, José Giménez e Mathías Oliveira (Matías Viña); Federico Valverde, Rodrigo Bentancur e Matías Vecino (Nicolas De La Cruz); Facundo Pellistri (Gustavo Varela), Luis Suárez (Edinson Cavani) e Darwin Núñez. Técnico: Diego Alonso

Coreia do Sul: Kim Seung-gyu; Kim Moon-hwan, Kim Minjae, Kim Young-Gwon e Kim Jin-Su; Hwang In-Beon e Jung Woo-Young; Na Sang-Ho (Lee Kang-in), Lee Jae-Sung (Jun ho Son) e Son Heung-min; Hwang Ui-Jo (Cho Gue-sung). Técnico: Paulo Bento


OPINIÃO: Um jogo corrido e bem disputado por uruguaios e coreanos. O Uruguai mandou duas bolas na trave, mas pouco conseguiu além disso. Já a Coréia mostrou um ataque bem veloz, mas que pouco finaliza. Resultado justo.

Nota do Jogo: 8   

          

Portugal 3×2 Gana

Local: Estádio 974, em Ras Abu Aboud
Árbitro: Ismail Elfath (Estados Unidos)
Gols: Cristiano Ronaldo, João Félix, Rafael Leão (Portugal), André Ayew, Osman Bukari (Gana)
Cartões amarelos: 
Mohammed Kudus, André Ayew, Alidu Seidu, Iñaki Williams (Gana), Danilo Pereira, Bruno Fernandes (Portugal)

Portugal: Diogo Costa; João Cancelo, Rúben Dias, Danilo Pereira e Raphaël Guerreiro; Ruben Neves (Rafael Leão), Otávio (William Carvalho), Bruno Fernandes e Bernardo Silva (João Palhinha); Cristiano Ronaldo (João Mário) e João Félix (Gonçalo Ramos). Técnico: Fernando Santos

Gana: Lawrence Ati; Alidu Seidu (Tariq Lamptey), Alexander Djiku (Antoine Semenyo), Daniel Amartey, Mohammed Salisu e Abdul Baba Rahman; Mohammed Kudus (Osman Bukari), Thomas Partey e Salis Abdul Samed (Daniel-Kofi Kyereh); André Ayew (Jordan Ayew) e Iñaki Williams. Técnico: Otto Addo


OPINIÃO: Um jogo frenético no segundo tempo com gols saindo a rodo pelos dois lados. Cristiano Ronaldo fez história sendo o primeiro jogador a marcar gols por cinco copas diferentes ao converter um pênalti pra lá de duvidoso. A seguir, os ganeses empataram com Ayew e o técnico estragou a reação ao substituir errado. João Félix e Rafael Leão ampliaram com jogadas parecidas e Bukari diminuiu com uma bela cabeçada. Os ganeses quase empataram no último lance em uma bobeada incrível de Diogo Costa que deixou a bola no chão e só não ocorreu porque o zagueiro salvou a tempo. Esse lance me fez lembrar o célebre gol malandro de Ronaldo Fenomeno no Brasileirão de 1993 contra o Bahia onde precisou só de um totozinho na bola depois que Rodolfo Rodriguez a largou no chão.

Nota do Jogo: 9


Brasil 2×0 Sérvia

Local: Estádio Lusail Iconic, em Lusail
Árbitro: Alireza Faghani (Irã)
Gols: Richarlison duas vezes (Brasil)
Cartões amarelos: 
Strahinja Pavlovic, Nemanja Gudelj, Sasa Lukic (Sérvia)

Brasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Thiago Silva e Alex Sandro; Casemiro; Raphinha (Gabriel Martinelli), Lucas Paquetá (Fred), Neymar (Antony) e Vinícius Júnior (Rodrygo); Richarlison (Gabriel Jesus). Técnico: Tite

Sérvia: Vanja Milinkovic-Savic; Milos Veljkovic, Nikola Milenkovic e Strahinja Pavlovic; Andrija Zivkovic (Nemanja Radonjic), Sasa Lukic (Darko Lazovic), Nemanja Gudelj (Ivan Ilcic), Sergej Milinkovic-Savic e Filip Mladenovic (Dusan Vlahovic); Dusan Tadic, Alexksandar Mitrovic. Técnico: Dragan Stojkovic


OPINIÃO: Depois de um primeiro tempo morno, o Brasil não deu chances aos sérvios na etapa final. Marcou dois gols com Richarlison e ainda dois chutes foram chocar-se contra a trave além de boas defesas de Vanja Milinkovic-Savic. O segundo gol de Richarlison foi um golaço digno de entrar para os maiores gols de todos os tempos. Um voleio acrobático e perfeito no canto. Resultado justo.

Nota do Jogo: 9


Por enquanto é isso, leitores e leitoras fieis.

Até a próxima. 

quinta-feira, 24 de novembro de 2022

Quarto Dia da Fase de Grupos da Copa do Mundo de 2022 - Grupos E e F

Boa noite a todos e a todas.

Seguindo com as novas histórias desta Copa do Mundo, quatro delas foram registradas hoje: uma nova zebra, um empate insosso, uma goleada histórica e um duelo equilibrado.

Vamos a elas então.

Marrocos 0 x 0 Croácia

Local: Estádio Al Bayt, em Al Khor
Árbitro: Fernando Rapallini (Argentina)
Cartões amarelos: 
Sofya Amrabat (Marrocos)

Marrocos: Bono; Achraf Hakimi, Nayef Aguerd, Romain Saiss, Noussair Mazraoui (Yahia Attiyat Allah); Azzedine Ounahi (Abdelhamid Sabiri) e Sofyan Amrabat; Hakim Ziych, Selim Amallah e Sofiane Boufal (Abdessamad Ezzalzouli); Youssef Em-Nesyri (Abderrazak Hamdallah). Técnico: Walid Regragui

Croácia: Dominik Livakovic; Josip Juranovic, Dejan Lovren, Josko Gvardiol e Borna Sosa; Marcelo Brozovic, Mateo Kovacic (Lovro Majer) e Luka Modric; Nicola Vlasic (Mario Pasalic), Ivan Perisic (Misla Orsic) e Andrej Kramaric (Marko Livaja). Técnico: Zlatko Dalic


OPINIÃO: Foi um jogo bem insosso tecnicamente. Os marroquinos neutralizaram bem as ofensivas croatas, mas foram nulos no ataque. Poucas chances de parte a parte e um resultado justo. O terceiro 0 x 0 em uma mesma rodada depois de 40 anos.

Nota do Jogo: 6


Alemanha 1×2 Japão

Local: Estádio Khalifa International, em Doha
Árbitro: Ivan Arcides Barton Cisneros (Honduras)
Gols: Ilkay Güngodan (Alemanha), Ritsu Doan, Takuma Asano (Japão)
Cartões amarelos: 
nenhum

Alemanha: Manuel Neuer; Niklas Süle, Antonio Rüdiger, Nico Schlotterbeck e David Raum; Joshau Kimmich e Ilkay Gündogan (Leon Goretzka); Serge Gnabry (Youssoufa Moukoko), Thomas Müller (Jonas Hofman) e Jamal Musiala (Mario Götze); Kai Havertz (Niclas Füllkrug). Técnico: Hansi Flick

Japão: Shuichi Gonda; Hiroki Sakai (Takuma Minamino), Ko Itakura, Maya Yoshida e Yuto Nagatomo (Kaoru Mitoma); Wataru Endo e Ao Tanaka; Junya Ito, Daichi Kamada e Takefusa Kubo (Takehiro Tomiyasu); Daizen Maeda (Takuma Asano). Técnico: Hajime Moriyasu


OPINIÃO: Uma grande partida aqui com uma nova zebra. E é azul. Os alemães criaram chances a rodo, mas só conseguiram marcar em um pênalti grotesco feito pelo goleiro Gonda. Depois, perderam as rédeas do jogo aos poucos e com as alterações feitas pelo técnico Moriyasu, o Japão reagiu e virou a partida em duas jogadas de velocidade. O curioso é que os gols foram feitos exatamente por dois jogadores vindos do banco, Doan e Asano. Um resultado dos mais surpreendentes podendo causar uma nova hecatombe alemã. De novo.

Nota do Jogo: 10


Espanha 7×0 Costa Rica

Local: Estádio Al-Thumama, em Al-Thumama
Árbitro: 
Mohamed Abdulla Hassan Mohamed (Emirados Árabes Unidos)
Gols: 
Dani Olmo, Marco Asensio, Ferran Torres duas vezes, Gavi, Carlos Soler, Álvaro Morata (Espanha)
Cartões amarelos: 
Francisco Calvo, Joel Cambpell (Costa Rica)

Espanha: Unai Simón; César Azpilicueta, Rodri, Aymeric Laporte e Jordi Alba (Alejandro Balde); Sergio Busquets (Koke), Gavi e Pedri (Carlos Soler); Ferran Torres (Álvaro Morata), Marco Asensio (Nico Williams) e Dani Olmo. Técnico: Luis Enrique

Costa Rica: Keylor Navas; Carlos Martínez (Kendall Watson), Óscar Duarte, Francisco Calvo e Bryan Oviedo (Ronald Matarrita); Keysher Fuller, Celso Borges (Brandon Aguilera), Yeltsin Tejeda e Jewison Bennette (Bryan Ruiz); Joel Campbell e Antrhony Contreras. Técnico: Luis Fernando Suárez


OPINIÃO: Esse jogo me fez lembrar uma frase de Euclides da Cunha sobre Canudos onde falava que não houve uma campanha, mas uma verdadeira charqueada sobre os sertanejos que moravam no arraial. Trocando em miúdos, o que a Espanha fez com a Costa Rica não foi uma atuação de gala, mas um verdadeiro massacre. Três virou, sete terminou. E se não fosse Navas fazer três ou quatro boas defesas, certamente seria 10 ou 11 tranquilo. Destaque positivo para Gavi que fez um golaço sem deixar a bola cair e negativo para a Costa Rica, que fez uma das atuações mais patéticas de uma seleção na História das Copas. Tanto assim que seus jogadores não chutaram uma única bola no gol espanhol. Uma goleada que se tornou a maior da história das Copas para a Espanha e Olmo teve a honra de marcar o centésimo gol espanhol nesta mesma história.

Nota do Jogo: 8


Bélgica 1×0 Canadá

Local: Estádio Ahmed bin Ali, em Al Rayyan
Árbitro: 
Janny Sikazwe (Zâmbia)
Gols: 
Michy Batshuayi (Bélgica)
Cartões amarelos: 
Yannick Carrasco, Thomas Meunier, Amadou Onana (Bélgica), Alphonso Davies, Alistair Johnston (Canadá)

Bélgica: Thibaut Courtois; Leander Dendoncker, Toby Alderweireld e Jan Vertonghen; Timothy Castagne, Youri Tielemans (Amadou Onana), Axel Witsel e Yannick Carrasco (Thomas Meunier); Kevin De Bruyne e Eden Hazard (Leandro Trossard); Michy Batshuayi (Lois Openda). Técnico: Roberto Martínez

Canadá: Milan Borjan; Alistar Johnstone, Steven Vitória e Kamal Miller; Richie Laryea, Atiba Hutchinson, Stephen Eustáquio (Jonathan Osorio) e Alphonso Davies; Tajon Buchanan (Liam Millar) e Junior Hoillett; Jonathan David. Técnico: John Hardman


OPINIÃO: Um jogo muito bom de se ver. Os canadenses mostraram sua força e fizeram jus a fama dada a eles como o melhor da Concacaf. Não se intimidaram com a qualidade belga e jogaram de igual pra igual, porém faltou um pouco de calma nas conclusões e porque havia um paredão chamado Courtois que defendeu um pênalti de Davies entre outras intervenções.

Os belgas tiveram que optar por lançamentos longos do campo de defesa pra sair do sufoco e numa delas, Batshuayi ganhou na corrida e chutou sem chances para Borjan marcando o gol da vitória. Melhoraram no segundo tempo e desperdiçaram várias chances de ampliar o marcador. Os canadenses reclamaram com razão de um segundo pênalti não marcado pelo árbitro que foi escandaloso. Ainda assim, um resultado justo que aliviou os belgas e deu esperanças aos canadenses contra os outros dois times da chave.

Nota do Jogo: 9


Por enquanto é isso, leitores e leitoras fieis.


Até amanhã.      

terça-feira, 22 de novembro de 2022

Terceiro Dia da Fase de Grupos da Copa do Mundo de 2022 - Grupos C e D

Boa noite a todos e a todas do Só Súmulas.

Hoje a primeira fase da Copa do Mundo de 2022 seguiu com quatro jogos onde tivemos uma zebra histórica, dois empates em 0 x 0 e uma goleada francesa.

Vamos as fichas e as opiniões do terceiro dia, leitores e leitoras fieis.

 Argentina 1 x 2 Arábia Saudita

Local: Estádio Nacional de Lusail, em Lusail
Árbitro: Slavko Vincic (Eslovênia)
Gols: Lionel Messi (Argentina); Saleh Al-Shehri e Salem Al-Dawsari (Arábia Saudita)
Cartões amarelos: Abdulelah Al Malki, Salem Al-Dawsari, Saúde Abdulhamid, Nawaf Al-Abed, Mohamed Al-Owais (Arábia Saudita)

Argentina: Emiliano Martínez; Nahuel Molina, Cristian Romero (Lisandro Martínez), Nicolás Otamendi e Nicolás Tagliafico (Marcos Acuña); Rodrigo de Paul, Leandro Paredes (Enzo Fernández), Papu Gómez (Julian Álvarez) e Ángel Di María; Lionel Messi e Lautaro Martínez. Técnico: Lionel Scaloni.

Arábia Saudita: Mohammed Al-Owais; Saud Abdulhamid, Hassan Al Tambakti, Ali Al-Boleahi e Yasir Al-Shahrani (Mohammed Al-Burayk); Abdulelah Al Malki, Firas Al-Buraikan (Mohamed Asiri), Salman Al-Faraj (Nawaf Al-Abed) (Abdulelah Al-Amri), Mohamed Kanno e Salem Al-Dawsari; Salel Al-Shehri (Sułtan Al-Ghannam). Técnico: Hervé Renard


OPINIÃO: E a zebra deu as caras no Catar. E é verde e branca. Foi um grande jogo onde os árabes não se intimidaram diante da qualidade da equipe argentina e em cinco minutos conseguiram uma virada incrível graças a dois fatores: a forte marcação e uma aula de como fazer com perfeição a linha de impedimento. Messi fez o seu de pênalti marcado pelo VAR, mas acabou sendo um dos vilões ao perder uma bola no meio-de-campo e proporcionar indiretamente o gol de empate saudita feito por Al-Shehri. O gol da virada foi lindo com Al-Dawsari livrando-se de dois marcadores e driblando um terceiro antes de mandar um torpedo no ângulo. Uma zebraça que ficará marcada na história das Copas para todo o sempre.

Nota do Jogo: 10


Dinamarca 0 x 0 Tunísia

Local: Estádio Education City, Al Rayyan
Árbitro: Cesar Arturo Ramos Palazuelos (México)
Cartões amarelos: 
Rasmus Kristensen, Mathias Jensen (Dinamarca)

Dinamarca: Kasper Schmeichel; Joachim Andersen, Simon Kjaer (Mathias Jensen) e Andreas Christensen; Rasmus Kristensen, Pierre-Emile Hojbjerg, Thomas Delaney (Mikkel Damsgaard), Christian Eriksen e Joakim Maele; Andreas Skov Olsen (Jesper Lindstrom) e Kasper Dolberg (Andreas Cornelius). Técnico: Kasper Hjulmand

Tunísia: Ayemen Dahmen; Dylan Bronn, Yassine Meriah e Montassar Talbi; Mohamed Dräger (Wajdi Kechrida), Aissa Laïdouni (Ferjani Sassi), Ellys Skhiri e Ali Abdi; Anis Ben Slimani (Naim Sliti) e Youssef Msakani (Hannibal Mejbri); Issam Jebali (Taha Yassine Khenissi). Técnico: Jalel Kadri


OPINIÃO: O primeiro 0 x 0 desta Copa foi enganoso pela boa movimentação das duas seleções. Os dinamarqueses criaram as melhores chances, mas pararam em Dahmen e na trave. Os tunisianos tiveram suas estocadas também, mas faltou um finalizador para transformar em gol estas jogadas. Resultado justo.

Nota do Jogo: 8


México 0 x 0 Polônia

Local: Estádio 974, Ras Abu Aboud
Árbitro: Chris Beath (Austrália)
Cartões amarelos: Jorge Sánchez, Héctor Moreno (México), Przemysław Frankowski (Polônia)

México: Guillermo Ochoa; Jorge Sánchez, César Montes, Héctor Moreno e Jesús Gallardo; Édson Álvarez, Héctor Herrera (Carlos Rodriguez) e Luis Chavez; Hirving Lozano, Henry Martin (Raúl Jiménez) e Alexis Veja (Uriel Antuna). Técnico: Gerardo Martino

Polônia: Wojciech Szczesny; Matty Cash, Jakub Kiwor, Kamil Glik e Bartosz Bereszynski; Sebastian Szymanski (Przemyslaw Frankowiski) e Gregorz Krychowiak; Jakub Kaminski, Piotr Zielinski (Arkadiusz Milik) e Nicola Zalewski (Krystian Bielik); Robert Lewandowski. Técnico: Czeslaw Michniewicz


OPINIÃO: Já o segundo 0 x 0 de hoje mostrou o porquê de mexicanos e poloneses começarem a se preocupar com uma possível eliminação precoce. O jogo foi tão sonolento que deu pra se contar nos dedos as chances de gol de cada equipe. Bem que o VAR tentou dar uma força pro gol sair detectando um pênalti grotesco em Lewandowski. E o que nosso bom amigo faz? Consegue a proeza de desperdiçar o pênalti transformando Ochoa no herói do jogo. Sem dúvida, um jogo digno de se perguntar: "por que não fui fazer outra coisa?"

Nota do Jogo: 4


França 4 × 1 Austrália

Local: Estádio Al Janoub, Al Wakrah
Árbitro: Victor Gomes (África do Sul)
Gols: Adrien Rabiot, Olivier Giroud duas vezes, Kylian Mbappé (França), Craig Goodwin (Austrália)
Cartões amarelos: Mitchell Duke, Jackson Irvine, Aaron Mooy (Austrália)

França: Hugo Lloris; Benjamin Pavard (Jules Koundé); Dayot Upamecano, Ibrahima Konaté e Lucas Hernández (Theo Hernández); Aurélien Tchouaméni (Youssouf Fofana) e Adrien Rabiot; Ousmane Dembélé (Kingsley Coman), Antoine Griezmann e Kylian Mbappé; Olivier Giroud (Marcus Thuram). Técnico: Didier Deschamps

Austrália: Mathew Ryan; Nathaniel Atkinson (Milos Degenek), Harry Souttar, Kye Rowles e Aziz Behich; Aaron Mooy; Mathew Leckie, Jackson Irvine (Keanu Baccus), Riley Mcgree (Awer Mabil) e Craig Goodwin (Garang Kuol); Mitchell Duke (Jason Cummings). Técnico: Graham Arnold


OPINIÃO: Por muito pouco mesmo, a França não seguiu os passos da Argentina depois de tomar um susto daqueles no primeiro tempo. O gol de Goodwin veio em uma falha terrível de Pavard que deixou Lucas Hernandez sem pai nem mãe e fora do jogo por se machucar no lance e permitiu o cruzamento para o gol do meia australiano. Para sorte francesa, Giroud estava em estado de graça e tirou o atraso em Copas do Mundo marcando duas vezes com o primeiro aproveitando uma jogada do contestado Rabiot que interceptou um passe do sistema defensivo australiano e o segundo no seu estilo cabeceador. Rabiot também fez o seu e Mbappé deu o alívio costumeiro com seu gol. Só uma hecatombe fará com que a França siga a sina incômoda dos campeões que caem na fase de grupos e a Austrália, por sua vez, precisa melhorar muito sua defesa se quiser sonhar com uma vaga. Resultado justo.

Nota do Jogo: 8,5


Por enquanto é isso, leitores e leitoras fieis.

Até amanhã.